Dicas para gravar videoaulas em casa

Dicas para gravar videoaulas em casa

Gravar videoaulas em casa pode ser uma boa maneira de economizar nos gastos. Mas é preciso ter muito cuidado com a qualidade das suas videoaulas. É claro que é possível gravar videoaulas em casa e ter um bom resultado, porém, além do computador, é preciso investir em equipamentos chave que vão fazer total diferença na qualidade da sua videoaula. Por isso, para te ajudar a criar cursos online de sucesso, preparamos 5 dicas para você gravar videoaulas diretamente do seu lar!

1- compre uma boa câmera semiprofissional

Câmera profissional é um produto bastante caro, ainda mais no Brasil. Mas existem no mercado modelos semiprofissionais a preços razoáveis, e que vão garantir a qualidade do vídeo. Mas antes de comprar, avalie os recursos que a câmera tem para você comprar algo que realmente irá suprir suas necessidades, não precisa comprar daquelas máquinas que tem mil recursos, mas você não sabe usá-los ou simplesmente, não precisa.  Marcas como Canon, Nikon, Sony, Panasonic são recomendadas, procure saber!

2- escolha um ambiente silencioso e agradável

Você está na sua casa, onde provavelmente há muitas pessoas circulando e o barulho do trânsito na rua então, nem se fala, pode deixar a sua videoaula bastante ruim! Por isso, procure gravar em lugares calmos e silenciosos, ou em um horário que as pessoas estarão fora de casa e não irão te incomodar. Outra dica é: deixe o lugar de gravação bem limpo e organizado. Não decore o ambiente demais com objetos que poderão distrair o espectador, mas, enfim, isso na verdade faz parte da 4 dica.

3- equipamento básico de luz

Luz ambiente é muito diferente de luz artificial. Para o vídeo ter uma qualidade profissional ou pelo menos quase isso, investir em um equipamento básico de luz é essencial. Mas, se você for usar a luz do sol deixe a câmera virada a favor dele. E lembre-se: A luz deve estar sempre de frente para quem está sendo filmado e não só atrás ou em apenas um ponto do ambiente.

4- cuidado com o fundo do vídeo

O fundo, que está atrás da pessoa que está sendo filmada, é de extrema relevância! Isso porque, dependendo do grafismo ou de objetos que estão nele inseridos, pode causar distração no espectador. E então, ao invés de prestar atenção no professor e na fala dele, o foco se volta para algo do ambiente. E também há fundos que não combinam harmonicamente com o primeiro plano. Na dúvida, dê preferência aos fundos estáticos e de somente uma cor.

5- bons microfones

Microfones de câmeras não são bons para gravação. Para algo sair bom é preciso falar de frente para o microfone e o mais alto possível, e torça para que o ambiente seja o mais silencioso possível. Por isso, investir em microfones é item fundamental, pode ser o de lapela.

A evolução do ensino à distância até os dias de hoje

A evolução do ensino à distância até os dias de hoje

Há muito tempo que o ensino à distância não é novidade. Inclusive, quem vê hoje as possibilidades extremas das ferramentas online pode não ter uma noção concreta de como esta forma de educação começou a ser moldada há mais de cem anos para chegarmos à experiência que temos hoje. Vamos dar uma passada na história do EAD para entender um pouco de como tudo aconteceu.

O começo e a evolução

Pelos idos de 1880, começou-se a buscar iniciativas que dispensassem a presença do aluno em uma sala de aula para aprender determinados tópicos. Era o pontapé inicial de uma grande revolução no ensino, que se dava através da imprensa e dos correios, buscando educar os desfavorecidos socialmente – em especial as mulheres, que no momento estavam longe de alcançar seus direitos mínimos. Esta foi, então, a 1º geração do EAD.

A partir da década de 20, chegou o rádio e, mais tarde, a televisão. Logo essas ferramentas passaram a ser utilizadas também. Os alunos recebiam todo o material didático por correio e tinham acesso às aulas pelo rádio e TV. Nesta 2º geração, porém, ainda havia praticamente nenhum contato com os professores. Mesmo assim, vemos até hoje iniciativas como o Telecurso 2000 levando conteúdo pela televisão.

Na década de 1970, não houve uma grande mudança nas ferramentas utilizadas, mas a atenção das universidades ao EAD garantiu o status desta época como 3º geração. Criou-se o conceito de Universidade Aberta, onde as instituições começaram a levar sua educação também para os não universitários, abrangindo sua atuação. O ensino a distância foi essencial neste processo, que era aliado à encontros no espaços acadêmicos, quando possível.

Chegando na em 1980, as teleconferências se tornam uma realidade um pouco mais palpável. O EAD sobe mais um degrau, permitindo agora interação mais fácil entre aluno e professor. Embora ainda não amplamente acessível, torna-se um passo importante para os projetos da área.

A revolução online

Já nos anos 2000, a internet chega para revolucionar o mundo e suas interações – obviamente, o ensino a distância não só também foi transformado, quando foi uma das áreas mais impactadas pela web. Pela primeira vez, aluno e professor tinham uma gama de ferramentas diferentes para ensinar e aprender na facilidade de um clique, com um nível de interação jamais visto antes. Surgiram diversas plataformas de ensino online que elevaram ao céu as possibilidades do meio e a coisa começou a crescer assustadoramente. A mais famosa delas, o Moodle, é uma plataforma de EAD open source criada nesta época. A educação a distância começou a ganhar escala de verdade e assumir seu papel revolucionário de vez: atingir uma quantidade de pessoas totalmente inimaginável para os padrões da educação tradicional. O conteúdo online passa a ser, inclusive, complemento às aulas presenciais. Em 2008, é criado o conceito de MOOC, sigla em inglês para Curso Online Aberto e Massivo. A ideia usar a co-produção para expandir cada vez mais o conhecimendo, de forma gratuita e usando a internet como meio. Diversas universidade hoje distribuem gratuitamente alguns dos seus cursos. O Coursera e o Udacity são grandes exemplos de agregadores desse tipo de conteúdo.

A 2ª revolução online

Após mais de uma década do impacto das ferramentas online de EAD, as mesmas ganharam maturidade e elevaram o método a um nível superior. Além das ferramentas que se consolidaram, a interface das plataformas evoluíram e se tornaram fator fundamental para explorar o máximo de um ambiente virtual de aprendizagem.

Hoje, três pilares se firmaram como pré-requisitos de uma boa plataforma online de EAD. Primeiro, uma interface simples e intuitiva tanto para o aluno, quanto para o professor, que tornará o ambiente online agradável. Depois, ferramentas educacionais diversas para explorar e apoiar o material didático. Por último, ferramentas gerenciais que facilitem ao máximo a vida do instrutor, ocupando-o apenas com que é importante: seu conteúdo e a interação com os alunos.

5 razões do sucesso de quem ensina com videoaulas

5 razões do sucesso de quem ensina com videoaulas

1) Fazem o que amam!

Essa dica é a primeira na maioria das listas sobre sucesso profissional. E não é para menos! Se você decidiu sobre uma profissão que irá, provavelmente, seguir pela vida inteira, deve amar o que faz! Trabalhar com gosto pelo o que se faz é a maior recompensa da vida, e ajuda o trabalho árduo a ser muito mais gratificante.

2) Entregam um serviço de qualidade

Essa é uma consequência da primeira. Se você realmente ama o seu negócio, a vontade de entregar ao cliente o melhor produto do mundo é notável. Fazendo uma metáfora, se você ama o seu negócio ele é como um filho, você dá a luz, cuida, desenvolve as habilidades e se alguém falar mal dele, você fica chateado. Por isso, você trabalha para entregar um serviço de qualidade, que atenda às necessidades do cliente. Então, pesquisar e procurar as melhores soluções para o cliente e cuidar da gestão deles deve ser prioridade.

3) Escolhem a melhor OVP segundo seu modelo de negócio

As pessoas que têm sucesso em videoaulas afirmam que a escolha da OVP (online video platform ou plataforma de vídeos online) é essencial para se obter sucesso em videoaulas. Isso porque elas oferecem os recursos necessários para publicar os vídeos e gerenciá-los. Mas antes de escolher qual das plataformas disponíveis no mercado utilizar, você deve avaliar as vantagens que tais plataformas oferecem e decidir se elas coincidem com o seu modelo de negócios e com o que o seu público espera.

4) Ouvem o cliente

Você sabe o que o seu aluno deseja de novos conteúdos? O que ele pensa sobre suas videoaulas? Quais são as principais críticas/sugestões deles aos seus vídeos? Se você respondeu sim a essas perguntas, parabéns, você está na trilha do sucesso! Agora, se você não sabe o que o seu cliente está pensando sobre o produto que você oferece, está caminhando cego por uma trilha que sabe-se lá aonde vai dar. Por isso, um conselho: Ouça o seu cliente!

5) Investem em produção de novos conteúdos

O sucesso das suas videoaulas também vai depender da sua capacidade de se reinventar e buscar constantemente novos conteúdos de interesse do seu público. Todo aluno deve ser sempre estimulado e encorajado a aprender assuntos novos e interessantes para a sua vida profissional, por isso, você que produz tais conteúdos deve estar atento às tendências e levar conteúdos criativos e atualizados para o seu aluno. Outro fator, também posicionado nessa categoria, é a produção do material audiovisual. Investir em seus vídeos é essencial para obter sucesso em videoaulas. Dessa forma, apresente uma qualidade profissional aos seus vídeos, investindo em câmeras boas, microfones, cenários ‘clean’.

Professor de escola pública de PE desenvolve programa de aplicação de provas pelo computador

Professor de escola pública de PE desenvolve programa de aplicação de provas pelo computador

Ao menos 25 mil folhas de papel estão sendo economizadas a cada trimestre na Escola Técnica Estadual Miguel Batista, na Zona Norte do Recife. Isso foi possível por causa da implantação de um programa informatizado para aplicação de provas, desenvolvido por um dos professores da instituição. Agora, em vez de imprimir as milhares de exames escolares, os professores utilizam um software online gratuito para corrigir e até dar a nota dos 448 alunos da unidade.

O programa funciona por meio da plataforma gratuita ‘Moodle’, utilizada em cursos de educação a distância. O software foi idealizado em dezembro de 2016 e implantado na última semana de janeiro deste ano, com a ajuda de estudantes da escola.

Com as avaliações sendo feitas de forma eletrônica, os professores, que abraçaram a ideia de forma unânime, não precisam mais imprimir as provas nem fazer correções, poupando tempo e dinheiro e diminuindo o impacto no meio ambiente.

Idealizador do projeto, o professor e coordenador dos cursos técnicos em Informática e Rede de Computadores, David Remigio, explica que praticamente não houve custo para a implantação do sistema na escola, que já tinha 80 computadores em três laboratórios.

O processo de implantação ocorreu com um projeto piloto, no começo do ano, e foi utilizado por completo no fim do primeiro trimestre letivo, no mês de março. As perguntas são de múltipla escolha, mas outras opções, como as de "verdadeiro ou falso" já foram implantadas no novo software.

"Sempre achei um desperdício ter que imprimir as provas, já que a maioria delas vai para o lixo depois que as notas são dadas. Além disso, cada professor tem que corrigir cerca de 400 testes, o que atrasa o processo de fechamento das notas a cada unidade. Com logins individuais e uma única chance de fazer a prova, o resultado de cada aluno sai automaticamente, mas apenas para os docentes, para não afetar o desempenho dos alunos em outras avaliações. Quando o período de provas acaba, é só exportar o arquivo das notas para o sistema e divulgar", disse o professor.

As provas são aplicadas com estudantes de anos letivos diferentes no mesmo laboratório, para diminuir a possibilidade de trapaças. Cada professor precisa enviar ao menos o dobro do número de questões a serem aplicadas em cada prova, que serão aleatoriamente enumeradas, com as alternativas de cada questão. Já na preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os estudantes dispõem de um tempo específico para responder a cada questão.

Gestora da escola, Sheyla Ramalho explicou que, além do gasto com as folhas de papel, a escola também economiza com a manutenção da impressora, toners de impressão e até com energia elétrica, já que é preciso um sistema de refrigeração dos equipamentos, que esquentam ao imprimir muitas páginas.

"Cada prova que fazemos tem que ser contextualizada, no estilo Enem. Ou seja, uma prova de português ou de história tem, em média, quatro páginas. Tudo para ser jogado fora depois que os alunos veem a nota. Tínhamos um laboratório sem uso, com 40 computadores. A Secretaria de Educação forneceu a verba para o cabeamento que faltava e os próprios estudantes tiveram uma aula prática de infraestrutura. O dinheiro vai poder ser gasto em recursos para os próprios estudantes", disse Sheyla.

Sobre a possibilidade de implantação em outras unidades escolares do estado, o professor explica que é preciso que as escolas interessadas tenham quantidade de computadores suficiente para aplicar as provas no esquema de rodízio, como ocorre na Escola Miguel Batista. "Todo mundo aplica prova, então, todo mundo tem esse problema, mas tem que ser estudado. Nem toda escola tem estrutura para isso, mas faria uma diferença enorme", finalizou David.

Depois de aderir ao projeto, o professor de biologia Misael Rodrigues diz que, para o corpo docente, o maior ganho é no tempo. "Levávamos mais de uma semana para fazer as correções das provas. Sendo instantânea, é um grande avanço. Trabalhamos com prazos para apresentar à Secretaria de Educação, o que diminuiu para dois dias. Rapidamente, os estudantes já têm acesso ao gabarito e a notas", disse o professor.

A estudante Beatriz Santos, 15 anos, aluna do curso técnico em Informática, considera o aprendizado como um dos pontos positivos da medida. "Respondemos mais rapidamente, sem a preocupação de copiar o gabarito de volta para a prova. Antes, precisávamos perguntar aos professores quanto tempo restante tínhamos. Agora, isso aparece na própria prova. Quem dera o Enem fosse assim", disse.

Fonte: G1

MEC atua na expansão da educação superior a distância

MEC atua na expansão da educação superior a distância

Ao contrário do que muitos pensam, a demanda de cursos a distância só aumenta, principalmente em faculdades particulares. E o número de alunos que aderem a esse tipo de ensino está estimado em mais de 1 milhão, hoje, somente no Brasil.

O EAD oferece uma lista de benefícios para os alunos que optam por ele, como, por exemplo, flexibilidade de horários, economia de tempo e mensalidades mais baixas, o que se torna um estímulo aos olhos dos alunos.

Vale ressaltar que o valor mais acessível acaba sendo um dos fatores responsáveis pelo crescimento gradativo da modalidade. Além de possuir inúmeros atrativos, os cursos a distância propiciam aprendizado para todas as classes sociais e idades.

Cursos a distância x cursos presenciais 

A modalidade de educação a distância vem crescendo consideravelmente nos últimos anos e o mais importante de tudo isso é o reconhecimento que o MEC (Ministério da Educação) atribuiu a essa modalidade.

Para que uma instituição possa oferecer cursos a distância, primeiramente, deve obter o credenciamento junto ao MEC. Quando criados, os cursos são avaliados na mesma proporção dos presenciais, o que faz com que ambos tenham a mesma validade.

Formas de avaliação do MEC

O MEC utiliza alguns critérios básicos para avaliar os cursos EAD, assim como faz para os cursos presenciais.

Conceito Preliminar do Curso (CPC)

Essa avaliação visa a titulação dos professores como graduados, pós-graduados, doutores e mestres. Além disso, leva em conta a quantidade de docentes atuando em tempo integral e parcial. Outro critério utilizado no momento da avaliação se dá por meio do desempenho dos alunos no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). O Enade tem como objetivo principal acompanhar o processo de aprendizagem e de desempenho acadêmico dos estudantes no que se refere aos conteúdos programáticos incluídos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação.

A infraestrutura da instituição e os recursos didáticos também passam por análise. O julgamento ocorre com notas numa escala de 1 a 5, sendo que 3 é considerada uma nota positiva, e 1 e 2 são consideradas insatisfatórias.

Conceito do Curso (CC)

Nesta modalidade, o MEC realiza uma avaliação presencial conhecida como “CC” (conceito de curso), avaliando-os. E este pode confirmar o CPC (conceito preliminar do curso), que visa avaliar a titulação dos professores (graduados, pós-graduados, doutores e mestres e docentes em tempo integral) ou até mesmo sugerir algumas modificações. Tudo isso tem grande importância, pois só aprimora os cursos a distância. As notas aqui também vão de 1 a 5.

O salto dos cursos a distância 

Muitos mitos sobre os cursos a distância já foram quebrados, visto que as pessoas acreditavam que, para ser um curso de qualidade, o ensino precisaria necessariamente ser feito de modo presencial. Além disso, a internet auxiliou no engajamento dos cursos a distância. A partir da tecnologia, o método de estudo se disseminou, o que hoje pode ser considerado como um grande avanço.

A secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (SERES) compartilhou a versão final da proposta do novo decreto sobre educação a distância, que foi submetido à Casa Civil da Presidência da República. Ele permite que o MEC atue para a expansão da educação superior a distância no País e autoriza aperfeiçoar a execução regulatória em relação às instituições e aos cursos ofertados nessa modalidade.

Com o novo decreto, há a possibilidade de credenciamento de instituições para a oferta exclusiva de cursos a distância. Outra novidade é que as instituições poderão criar polos de apoio presencial, os quais serão definidos pelo MEC. A oferta dos cursos será possível após a análise da existência de tecnologias adequadas nas instituições e a devida autorização pelo Ministério da Educação.

Fonte: A Tribuna

MEC divulga Base Nacional Comum Curricular para educação infantil e ensino fundamental

MEC divulga Base Nacional Comum Curricular para educação infantil e ensino fundamental

O Ministério da Educação (MEC) divulgou a versão final da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a educação infantil e o ensino fundamental. O documento estabelece objetivos de aprendizagem esperados para cada ano da educação básica. A base ainda precisa passar pela aprovação e normatização do Conselho Nacional de Educação (CNE) e, em seguida, pela homologação do ministro da Educação. O texto para o ensino médio será revisado devido à reforma da etapa, e deve ser divulgado no segundo semestre deste ano.

Entre os destaques da versão final da base estão o estabelecimento da organização do ensino de história em ordem cronológica dos fatos, a obrigatoriedade do ensino da língua inglesa (a segunda versão deixava a cargo da escola escolher qual língua estrangeira ensinar), a alfabetização das crianças até o fim do segundo ano (e não mais até o terceiro, como professava o Programa Nacional Alfabetização na Idade Certa), além de 10 competências que os alunos devem desenvolver na educação básica (veja lista a seguir). O ensino religioso, que na segunda versão da base figurava como obrigatório, volta a ser optativo.

Competências gerais da Base Nacional Comum Curricular

1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social e cultural para entender e explicar a realidade (fatos, informações, fenômenos e processos linguísticos, culturais, sociais, econômicos, científicos, tecnológicos e naturais), colaborando para a construção de uma sociedade solidária.

2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e inventar soluções com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

3. Desenvolver o senso estético para reconhecer, valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também para participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.

4. Utilizar conhecimentos das linguagens verbal (oral e escrita) e/ou verbo-visual (como Libras), corporal, multimodal, artística, matemática, científica, tecnológica e digital para expressar-se e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e, com eles, produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

5. Utilizar tecnologias digitais de comunicação e informação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas do cotidiano (incluindo as escolares) ao se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos e resolver problemas.

6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao seu projeto de vida pessoal, profissional e social, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos e a consciência socioambiental em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta.

8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas e com a pressão do grupo.

9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de origem, etnia, gênero, orientação sexual, idade, habilidade/necessidade, convicção religiosa ou de qualquer outra natureza, reconhecendo-se como parte de uma coletividade com a qual deve se comprometer.

10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões, com base nos conhecimentos construídos na escola, segundo princípios éticos democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários.

Fonte: Revista Educação